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Poema de agradecimento

Floresce lindo!

Por todos os lagos,

o brilho da lua.

 

Zenmyo - 01/07/2010

Floresce lindo!

Por todos os lagos,

o brilho da lua.

Zenmyo - 01/07/2010

Apenas um cão e algumas galinhas em uma casa vazia

Procurando pelo Mestre do Lago Crisântemo sem o encontrar

MENG HAO-JAN (689-740)

 

Quando chego

ao Lago de Crisântemo,

o sol já está baixo

no céu do vilarejo.

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Amor

Pense em alguém que você goste muito.

Do passado, do presente ou do futuro.

Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável.

Pense e sinta.

Sinta esse amor, agora, aqui, em você.

Conecte-se com o amor que habita você.

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Rohatsu Sesshin 2009-12-12

Vivendo na pupila do olho de Buda

Sem laços, nem limites

Oh, vida de mil faces

Conhecer as suas leis

É conhecer o caminho

Das mil estrelas

 

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Zazen Wasan

budazazen

O Cântico do Zazen

 

Todos os seres, por natureza, são buddhas,

Assim como o gelo, por natureza, é água;

Fora da água, não há gelo,

Fora dos seres, não há buddhas.

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Roshi John Daido Loori

a morte de grandes Mestres

perfurando a carne da preguiça e da confusão

da acomodação e da frivolidade

revelando Grande Dúvida

incendiando nossos cabelos

demonstrando diretamente

minha própria situação

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Homenagem à Sensei Coen

aniversario_sensei

M ontanha
O lho
N ascente
J óia
A vatansaka

C oração
O rigem
E ncanto
N atural

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Os quatro amigos

Ricardo Esteves

Olhos sem brilho,
Pálpebras caídas,
O peito aperta o coração.
A motivação se esconde.
O sono não vem.
O apetite não aparece.
Sorrisos que não se mostram.
Lágrimas incontidas.
Aquela dor de cabeça.
Aquele peso no pescoço.

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I am a madman

My thatched cottage stands
just west of Thousand Mile Bridge

this Hundred Flower Stream
would please a hermit fisherman

bamboo sways in the wind
graceful as any court beauty

rain makes the lotus flowers
even more red and fragrant

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Devaneios 1

Poema de Mauro 2009 2575

Morro para tudo que não fui e tudo aquilo que não escolhi.

Quantas vidas não conhecerei? Quantos “eus” não saberei.

Cada minuto é um enterro, em cada piscar um morto.

Morro de mim incessantemente a cada idéia nova e a cada memória perdida.

fica um pouco de mim por onde passo, como fotografias soltas no chão. São corpos na estrada.

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