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Monja Coen dá o seu recado ao povo japonês

Entrevista a Gabriel Mandel - Internet - Rádio Jovem Pan

 

 Um antigo pensamento budista diz que "a prática da fé é senão o corajoso ato de avançar com espírito de leão nas horas cruciais ou nos momentos que surgem as dificuldades". Para um país acostumado com as tragédias como o Japão, é no passado que vem a esperança de dias melhores.

Ainda contando os seus mortos após o terremoto da semana passada e com as incertezas quanto a um possível desastre nuclear, o Japão demonstra que se fortalecerá e mostrará ao mundo, por que é a terra do Sol Nascente. Aqui no Brasil, a fundadora da Comunidade Zen Budista, Monja Coen Sensei, não tem dúvida disso.

Profunda conhecedora da cultura japonesa, já que morou naquele país por muitos anos, a Monja Coen sabe como serão dados os primeiros passos para sair dos escombros. Para muitos ocidentais, os japoneses são geralmente mais frios, donos de uma personalidade mais fechada, sentimento quase inatingível, mas, para a Monja Coen, essa é uma visão equivocada. Nesta catástrofe, o sentimento de dor está em cada cidadão.

Na cultura japonesa, o ato da cremação é muito comum. Em uma tragédia como essa, onde muitos corpos não serão encontrados e outros terão difícil identificação, como fica a relação com a morte? A Monja Coen explicou ao repórter Patrick Santos. Clique no áudio e confira!