Monja Coen Roshi

Monja Coen Sensei fala sobre como ampliar os horizontes corporativos

Do site da Amcham

Coen Sensei

A monja zen budista Coen Sensei, missionária da tradição Soto Shu - Zen Budismo japonesa participou do comitê aberto de Secretariado Executivo, realizado na Amcham-São Paulo no dia 16/01/2013. Para ela, "quem quer sobreviver na corporação, precisa fazer amigos, porque [os colegas de trabalho] são pessoas com quem convivemos mais tempo do que com a própria família".

"O que ainda existe no nosso mundo corporativo é a competição, que causa muito desconforto e muito estresse. Somos times, equipes, e não um agregado de pessoas individualistas que se sobressaem umas às outras."

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Deve-se viver a vida com plenitude

Monja Coen
Monja Coen: "Deve-se viver a vida com plenitude..."

Entrevista à Revista Kalunga

Cláudia Dias Baptista de Souza nasceu em 30 de junho de 1947, no berço de tradicional família paulistana. Prima de Sérgio Dias Baptista, que ganhou notoriedade com a banda Os Mutantes, casou-se aos 14 anos, em busca da própria independência. Em 1983, ela mudou o rumo de sua vida ao se ordenar monja zen-budista, em Los Angeles, na Califórnia (EUA), e assumir o nome de Monja Coen, como é mais conhecida.

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Bota Fé

Entrevista com a Coen Sensei no blog da Anelise - Manhê...abaixa o som!

monjajovem

"As religiões patriarcais reconhecem a mulher como um ser religioso através da maternidade, assim sacralizada. Idealmente a maternidade nutre e cria - conectando mães e filhos. O Hinduísmo santificava mulheres devido ao poder na possibilidade de procriar varões. No Budismo, a mãe está fora da ordem e não é sagrada. Mães eram sofredoras e estavam sempre oferecendo em dor suas vidas - como se fosse natural para as mulheres o sofrimento.

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Entrevista para o Blog Autoajude-se

Entrevista da Monja Coen para o Blog Autoajude-se de Felipe Brandão

Em seu livro "Sempre Zen" você diz que o segredo da vida é estar aberto ao momento e a todas as possibilidades. É possível estar conectado o tempo todo no Agora?

É impossível não estarmos no Agora. Entretando nossa mente  simula um antes e um depois e acreditamos nessa ilusão. Assim, quando acreditamos na ilusão da mente ficamos deludidas, deludidos. Cremos no falso. E com isso sofremos. Entretanto, ao não apercebermos, reentramos no instante presente. Chamo a isso de Presença Absoluta.

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Monja Coen dá o seu recado ao povo japonês

Entrevista a Gabriel Mandel - Internet - Rádio Jovem Pan

 

 Um antigo pensamento budista diz que "a prática da fé é senão o corajoso ato de avançar com espírito de leão nas horas cruciais ou nos momentos que surgem as dificuldades". Para um país acostumado com as tragédias como o Japão, é no passado que vem a esperança de dias melhores.

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A amante do rock que virou monja

Entrevista a Robson Rodrigues, repórter do Bradesco Universitários

A Monja Coen, nascida Cláudia Dias de Souza, paulistana, 63 anos, é uma pessoa fora do comum. A começar pela maneira como topou dar esta entrevista. No primeiro contato por telefone fui logo surpreendido por sua reação ao meu pedido para conversar com ela com exclusividade para o Bradesco Universitários: ''Mas como posso te dar uma entrevista sem antes você conhecer o budismo?

Venha para uma palestra, depois falamos sobre a entrevista'', disse ela. Quando cheguei ao templo Zen Budista, no bairro do Pacaembu, em São Paulo, seus assistentes me explicaram um pouco sobre a religião e filosofia baseada nos ensinamentos de Buda (Siddhartha Gautama), que viveu na Índia no século VI a. C., e tive uma experiência de meditação.

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Entrevista à Revista Regional

Sensei4-640x480Entrevista e texto: Piero Vergílio da Revista Regional

Ordenada monja em 1983, Coen Sensei é a fundadora da Comunidade Zen Budista no Brasil. A missionária, que hoje participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos – com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos – em nada lembra a mulher que um dia já foi presa na Suécia e tentou o suicídio.

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Por um ano-novo mais zen

Entrevista a Natália Garcia, especial para o iG São Paulo

coen_igQuando cheguei ao templo da Monja Coen, na zona oeste de São Paulo, fui recebida por sua assistente, que me mostrou a sala de meditação. Sentada no tatame, tentei revisar as minhas anotações antes que a entrevista começasse, mas um latido forte de cachorro roubou minha concentração. Ele estava preso atrás de uma grade, e eu podia ver os primeiros degraus de uma escada – foi por ela que Coen desceu para me receber. "Mas com esses latidos como é que a gente vai conseguir gravar a entrevista?", disse ela, sorrindo. A monja me perguntou se eu tinha medo de cachorro, eu disse que não. Soltou Godolfredo, um labrador de quatro anos, para ver se ele corria para fora e se acalmava. Mas o bicho nos surpreendeu: correu sim, mas em minha direção, e mordeu o meu rosto.

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Silêncio

Entrevista a Thaís Manarini Costa do IG

1. Qual a importância do silêncio em nossa vida?

Som e silêncio são um par, como o pé da frente e o pé de trás ao andar.  Cada um tem seu valor intrínsico e estão relacionados um ao outro como a lua e o mar.

2. Fale um pouco sobre a dificuldade de ficarmos em silêncio atualmente, já que vivemos agitados e submetidos a barulhos intensos. Como isso afeta o ser humano?

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