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Entrevistas
Sabedoria zen a favor da iluminação de todos os seres PDF Imprimir E-mail
Ela viaja por todo o Brasil difundindo a sabedoria budista e divulgando o princípio da não-violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos. Confira tópicos da entrevista com a monja.

Quem é. Meu nome é Coen, composto de dois caracteres chineses. "Co" significa só ou um só, única; e "en" significa círculo perfeito ou compleição, perfeição.

Ser zen. Não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada. Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. É caminhar com leveza, com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.

 
Entrevista para a revista Living Alone PDF Imprimir E-mail
Meu nome é Coen.
Co significa só.
En significa círculo.

Vem de um poema antigo zen budista da China, sobre a iluminação.

Mente lua
Só e completa
A luz faz com que todas as formas se manifestem
Quando luz e forma são transcendidas
O que é?
 
Entrevista ao Jornal Comunidade de Brasília PDF Imprimir E-mail
Entrevista a Natasha Dal Molin
Jornal da Comunidade

Em visita à capital federal, a monja Coen concedeu entrevista exclusiva ao Comunidade VIP, revelando alguns dos valiosos ensinamentos zen-budistas, a importância da meditação e o papel das diversas religiões no crescimento espiritual de cada indivíduo.

Ela é missionária oficial da tradição Soto Shu Zen Budismo e foi o nome responsável pela criação da Comunidade Zen-budista no Brasil. A monja Coen Sensei profere palestras por todo o país e leva os ensinamentos de Sidharta Gautama, o Buda, para as pessoas de diferentes religiões, contribuindo nas discussões sobre os mais variados assuntos, de saúde a meio ambiente, passando por questões sociais e pessoais. Em 1997, tornou-se a primeira mulher e primeira pessoa de origem não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, por um ano.

 
Tolerância Religiosa no Brasil PDF Imprimir E-mail
Entrevista a Carolina Frossard do Portal PUC-Rio Digital

 

1. Como avalia a questão da tolerância religiosa no Brasil?

Avalio que ainda não há suficiente conhecimento e diálogo entre as várias tradições religiosas no Brasil. Mas há esboços de propostas bem interessantes. Por exemplo, faço parte da Iniciativa das Religiões Unidas, um grupo iniciado na Califórnia e que hoje se espalha por todo o mundo. Procuramos formar círculos de cooperação interreligiosa. É preciso que pelo menos três tradições estejam presentes em cada encontro. Para que haja diálogo, para que possamos nos conhecer e conhecer as tradições espirituais e religiosas do Brasil. Sabemos pouco.

 
Monja Coen responde sobre a morte PDF Imprimir E-mail

P - Há realmente a necessidade de uma preparação para a morte tendo como foco os doentes terminais e seus familiares?

MC - Sim e não.
De certa forma estamos todos preparados para morrer e para aceitar a morte. Faz parte de nosso processo natural. Entretanto, quanto estamos afastadas, afastados de nossa essência verdadeira?
Queremos o impossível. Nos apegamos ao que é transitório e passageiro. Criamos sofrimentos em cima de sofrimentos. Portanto se faz necessário trazer de volta a consciência de que podemos morrer bem. Por boa morte quero dizer uma morte consciente de estar morrendo e sem deixar remorsos.
É preciso lembrar aqueles que são muito apegados às formas e sons materiais, que tudo isto é passageiro, mas permanece em nós a vida dos que se vão, em nossas vidas.

 
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