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Para uma pessoa bonita

 

Para uma pessoa bonitaA Comunidade Zen Budista
lançou o livro
PARA UMA PESSOA BONITA - Contos de uma Mestra Zen
de Shundo Aoyama Rôshi.

Abadessa do Mosteiro de Formação de Monjas de Nagoya, Japão, onde a Monja Coen praticou durante oito anos, Shundo Aoyama Rôshi escreve com simplicidade e profundidade, revelando experiências pessoais de sua caminhada, abrindo o portal da compaixão e da sabedoria.

Nesta coleção de ensaios, Shundo Aoyama, Mestra Zen budista, combina vivências de inter-religiosidade com seu vasto conhecimento de textos sagrados budistas e uma vida dedicada às práticas meditativas, tornando acessível a todos a beleza do Zen.

Para uma Pessoa Bonita é quase um manual sobre a maneira como podemos nos tornar realmente belos. Não aquela beleza efêmera que os anos podem desfazer, mas a beleza profunda e verdadeira, que se revela naqueles que são capazes de manter o coração puro e dedicado a cuidar ternamente de todos os seres. Uma pessoa bonita é aquela que sabe reconhecer, em cada instância da vida, o Caminho Iluminado.


 

Comentários sobre o livro


Cara Monja Coen, poesia e alegria.

Estou me sentindo mais bonito após ter frequentado o salão de beleza espiritual de Shundo Aoyama Rôshi.

Tirei um grande peso de excessos desnecessários. A maquiagem do céu tornou meu rosto mais belo para os idos de 2003. Certamente neste ano (vou completar 50 anos no dia 02 de março) minha imagem ficará mais tranquila frente ao espelho. É uma grande descoberta descobrir-se o que todos nós intuíamos: ficamos mais belos a partir da expressão da bondade e da justiça.

Espero navegar infinitamente nestas águas. Obrigado pelo barco e as possibilidades de infinito. Um grande ano novo com espírito novo.

Em Jesus e Buda, seu,

Luís Augusto Cassas.

*   *   *   *   *

Coen Sensei

Recebi de presente do Hinden-san um exemplar do livro da Abadessa - Para uma Pessoa Bonita.

Inicialmente fiquei impressionado (o que demonstra minha imaturidade emocional) com a qualidade da capa, da impressão e do acabamento.

Quando comecei a ler, fiquei deslumbrado, somente o prólogo (ouvir a voz do vale) já li umas 5 vezes. A Abadessa me fez chorar com sua sutileza, seu encantamento pela vida, sua maneira simples e sincera de expressar o que lhe vai n'alma.

O prólogo por sí só já vale a compra do livro, pois ele expressa todo o Dharma em suas linhas poeticamente escritas, nunca li em nenhum livro, num texto tão pequeno, um autor que conseguisse expressar algo tão difícil de maneira tão fácil. Passei a compreender melhor o Dharma depois que comecei a ler o livro.

Não sei porque, mas lendo certas passagens, certos trechos, certas frases, parece que estou ouvindo a senhora falar. Não tenho a menor dúvida de que a senhora colocou um pouco (ou muito) de sí neste livro.

Esse livro tinha que ser traduzido, precisavamos dele, eu precisava dele para poder enxergar o que sempre esteve diante do meu rosto. A prática zen não é algo que se deva fazer somente dentro do zendo, é uma forma de vida correta e eficaz, não somentre para nós próprios, mas para todos os seres. Não é algo que exija sacrifícios, é uma forma simples e eficiente de viver, porém com beleza e encanto.

O livro põe a tona as boas lembranças, a nostalgia dos tempos de criança, quando tudo era mais fácil e mais bonito, quando era só deslumbramento. A sua leitura me fez repensar a prática. Agora pretendo praticar ainda mais.

Também não quero mostrar no rosto marcas feias e sim a felicidade de viver.

Parabéns.

PS: Foi muito legal de sua parte fazer menção no livro acerca da colaboração do Hinden-san ele ficou muito emocionado, nunca ninguém agradeceu a ele o que vem fazendo durante tantos anos.

Espero poder ser um representante digno dessa linhagem tão refinada.

gasshô

Getulio Taigen